09/11/2009
22/10/2009
21/10/2009
Entenda a proposta do "Diário do Lixo"
16/10/2009
15/10/2009
FEDOR NA BR
23/09/2009
Pintou Limpeza
18/09/2009
Heróis Anônimos
Acondicionar corretamente o lixo e dispor os sacos para coleta em local apropriado não é só uma questão de responsabilidade ambiental, mas, sobretudo, uma demonstração de respeito pelo ser humano!
17/09/2009
Tradição e Higiene
10/09/2009
Lixo e turismo não combinam!
09/09/2009
Presidente da Areuba diz que problema é da Prefeitura
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LEI OBRIGA INSTALAÇÃO DE LIXEIRA
08/09/2009
22/08/2009
Rio Indaiá recebe o Cuidágua
A Assu-Ubatuba deu início ao projeto Cuidágua Indaiá, que tem financiamento do Fehidro. O objetivo é conhecer as comunidades do Perequê-açu, Barra Seca, Taquaral, Casanga e Sumidouro, para lhe oferecer a oportunidade de realizar cursos, oficinas e capacitações que estimulem a ação comunitária de cuidado com as águas. Esses bairros são banhados pelos rio Indaiá e Ribeirão Capim Melado, que formam a segunda bacia hidrográfica em densidade populacional de Ubatuba e compreendem a terceira maior área desmatada do município de Ubatuba. A foz do rio Indaiá apresenta índices elevados de contaminação, devido ao despejo de esgoto doméstico e ao uso de defensivos e fertilizantes químicos nas áreas agrícolas ribeirinhas.
O Cuidágua Indaiá é uma realização da ASSU-Ubatuba, com financiamento do FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo).
22/07/2009
Itamambuca lança Plano de Gestão Ambiental
A batalha pela despoluição do rio Itamambuca acaba de ganhar mais um efetivo. Trata-se do PGA, Plano de Gestão Ambiental de Itamambuca, elaborado numa parceria entre a Associação Amigos de Itamambuca (SAI), Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB) e Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte (CBH-LN), com diretrizes para o saneamento do bairro.
21/07/2009
Surf ou rali?
22/06/2009
Plásticos constituem maior parte de lixo no mar, diz ONU
Produtos plásticos - como garrafas, sacos, embalagens de comida, copos e talheres - formam a maior parte do lixo encontrado no oceano, segundo um relatório do Programa Ambiental da ONU (Unep, na sigla em inglês), publicado em 8 de junho, para marcar o Dia Mundial dos Oceanos. "O lixo marinho é sintomático de um problema maior: o desperdício e a persistente má administração dos recursos naturais. Os sacos plásticos, garrafas e outros lixos se acumulando nos oceanos e mares poderiam ser reduzidos drasticamente por uma política de redução de lixo, administração e iniciativas de reciclagem", disse Achim Steiner, sub-secretário geral da ONU e diretor executivo da Unep.
30/05/2009
Ubatuba é campeã em preservação da Mata Atlântica em todo o Brasil
De acordo com da Fundação SOS Mata Atlântica, Ubatuba é a campeã de preservação da Mata Atlântica em todo o Brasil. Com 85% de área preservada, empatada com Ilhabela, Ubatuba foi o município que mais preservou sua área de Mata Atlântica entre 2005 a 2008.
Os números foram divulgados no relatório “Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica”, fruto de um convênio firmado em 1989 entre a Fundação SOS Mata Atlântica, organização não governamental, e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Para a secretária municipal de Meio Ambiente de Ubatuba, Cristiane Gil, este resultado é fruto da união entre os poderes e a comunidade. “A preservação da nossa Mata Atlântica é essencial tanto para o meio ambiente como para o turismo. Acredito que a união entre o Poder Executivo, o Poder Judiciário, o Ministério Público, associações de bairro e comunidade como um todo é a chave para mantermos esta estatística que tanto nos orgulha”, disse.
A Mata Atlântica é um complexo e exuberante conjunto de ecossistemas de grande importância por abrigar uma parcela significativa da diversidade biológica do Brasil, reconhecida nacional e internacionalmente no meio científico. Mais informações podem ser obtidas no endereço eletrônico www.sosma.org.br. (Fonte: Assessoria de Comunicação – PMU)
27/05/2009
Brasil despeja 5,4 bilhões de litros de esgoto diariamente nos rios
O Instituto Trata Basil avaliou o saneamento de todas as cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes. Essa é uma área em que o Brasil apanha até dos vizinhos mais pobres da América Latina, como Paraguai e Equador, que têm indicadores superiores aos brasileiros. Hoje, apenas metade do esgoto do país é coletada e, desse total, só 30% recebem tratamento. Isso resulta em 5,4 bilhões de litros de esgoto despejados diariamente nos rios.As cidades que se destacam no ranking, como Franca e Uberlândia, têm uma característica comum: há anos o saneamento é prioridade em seu plano diretor e os investimentos são regulares, independentemente da natureza do órgão operador - seja ele privado, municipal ou estadual.
A Sabesp, que atende vários municípios bem colocados no ranking, é também responsável pela gestão em Itaquaquecetuba, região metropolitana de São Paulo e a 60ª da lista, com apenas 3% do esgoto tratado.
Isso mostra que é a administração municipal - o prefeito mesmo - que faz a diferença.
Em Sorocaba, interior de São Paulo, a prefeitura investiu na última década 150 milhões de reais em saneamento, o que fará com que a rede de coleta de esgoto atinja 100% de cobertura em 2009 e o tratamento dos dejetos chegue a 96%
O valor de políticas estruturadas é comprovado por Franca, que reduziu em 20 anos a mortalidade infantil, de 85 para 12 mortes a cada 1 000 nascimentos; e por Sorocaba, que despoluiu totalmente seu principal rio.
Fontes: Revista Exame, 14/05/2009; e Instituto Trata Brasil (veja o ranking do saneamento clicando aqui)
20/05/2009
Cadê o caminhão da coleta seletiva?
19/05/2009
Xô Cocô
Ancilostomíase, Estrongiloidías, Amebíase, Giardíase, Febre tifóide, Ascaridíase, Enterobiose, Balantidíase.Segundo a ONU, a cada ano morrem 2 milhões de crianças devido a doenças causadas por água contaminada.
Nos países mais pobres, uma em cada cinco crianças morre antes dos 5 anos de idade por doenças de veiculação hídrica. A metade dos leitos hospitalares do mundo está ocupada por pacientes afetados por enfermidades relacionadas à água.
Mais da metade da população brasileira não tem acesso aos serviços básicos de saneamento.
08/05/2009
Itamambuca é notícia do Imprensa Livre
O jornal Imprensa Livre publicou nesta quinta-feira, 7 de maio, matéria sobre a praia de Itamambuca, que continua ameaçada pelo esgoto in natura despejado no rio Itamambuca, sendo que até o momento nenhuma solução prática foi tomada. O texto fala do TAC - Termo de Ajustamento de Conduta, assinado este ano entre o Ministério Público Paulista e a Prefeitura de Ubatuba, prevendo soluções de médio e curto prazo. E termina mostrando a falta de apoio da prefeitura ao programa de coleta seletiva do bairro. Leia a matéria na íntegra clicando aqui.
07/05/2009
28/04/2009
Governo anuncia mais R$ 57,2 milhões para o Onda Limpa
24/04/2009
Pescadores retiram mais de uma tonelada de lixo do mar
17/04/2009
A vida tem sentido
13/04/2009
Vejinha está de olho!
Leia a matéria de capa da revista Veja São Paulo, de 8 de abril, sobre o Litoral Norte. Intitulada "O Nosso espião do espaço", trata de favelas, condomínios e casas em áreas de preservação, praias e rios com piora na qualidade das águas e residências com sistema de esgoto irregular.Conheça também as opiniões dos leitores, que foram publicadas na edição da semana seguinte, inclusive com destaque para o blog dos INgs.
22/03/2009
Dia Mundial da Água
Por causa do Dia Mundial de Água, comemorado em 22 de março, a chefe de Água e Saneamento do Unicef, Clarissa Brocklehurst, lembrou que “o acesso à água potável e ao saneamento é essencial para todos os aspectos da vida das crianças; sua saúde, sua sobrevivência e o respeito a sua dignidade”.
Cerca de 900 milhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso à água potável, enquanto que 125 milhões de crianças menores de cinco anos vivem em lares sem acesso a fontes de água potável.
Além disso, 2,5 bilhões de pessoas não contam com serviços adequados de saneamento.
A distância entre as moradias e o lugar de fornecimento de água e a contaminação por coliformes fecais ou decorrente de problemas no transporte e no armazenamento são outros problemas ligados ao tema.“Não é possível se dar ao luxo de não fazer nada a respeito das questões relacionadas com a água”, afirmou Clarissa Brocklehurst.
02/02/2009
Esgoto, o martírio do litoral
A preservação ambiental no litoral paulista é um problema gravíssimo e se transformou em assunto recorrente na mídia. Envolve desde canais de esgoto a céu aberto até o lançamento deste ao mar sem antes passar por estações de tratamento, agravando a poluição das praias. Percebe-se um esforço por parte dos governos estadual e municipais para enfrentar a situação, mas o que foi feito até agora ainda está longe de soluções ideais. O que ocorreu na última temporada de férias, marcada por dezenas de praias impróprias para banho, do litoral Sul a Ubatuba, no litoral Norte, comprova as teses dos ambientalistas de que muitas das medidas adotadas são inócuas ou insuficientes.
Uma das medidas adotadas no ano passado para proteção do litoral envolveu a criação das APAs (Áreas de Proteção Ambiental) pela Secretaria do Meio Ambiente do governo José Serra. O decreto gerou protestos porque impediu, em muitos trechos, a pesca artesanal praticada por comunidades que dependem do mar para sobreviver.
Todos defendem, evidentemente, a preservação da biodiversidade marítima. Mas a população dessas áreas não foi ouvida sobre os objetivos finais das APAs. Afinal, se pescadores, navegadores, entidades náuticas, operadores de turismo e ambientalistas não podem contribuir para essa decisão, quem mais pode?
Preocupam decisões tomadas em gabinetes, sem contato com o mundo real. A preservação ambiental deve estar aliada à sustentabilidade. De que adianta um barco não poder mais atracar em uma determinada ilha se boa parte do esgoto do litoral é jogado sem tratamento no mar? Que tipo de áreas de preservação ambiental queremos?
O programa de maior impacto para a despoluição das praias é o "Onda Limpa", voltado para todo o litoral do Estado, com investimentos da ordem de US$ 1,5 bilhão. Pelo menos no papel, a promessa é elevar de 55% para 95% o percentual de coleta e tratamento de esgoto, que será levado mar adentro através da construção de novos emissários submarinos. Um deles beneficiará a Praia Grande (Baixada Santista) e outro, o litoral norte. O investimento da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) apenas na Praia Grande é de R$ 100 milhões.
De acordo com a companhia, a intenção é proporcionar uma melhora na balneabilidade das praias das regiões com maior potencial turístico. No litoral norte, está previsto um emissário submarino em Ilhabela, uma estação de esgoto em Caraguatatuba e o aperfeiçoamento do sistema de esgotamento sanitário em Ubatuba, onde há graves problemas de poluição e contaminação em conseqüência do despejo de esgotos diretamente no mar por parte de alguns condomínios. Quem quiser ter uma idéia do descaso, basta visitar a praia das Toninhas.
Mesmo com as obras prometidas, algumas perguntas permanecem sem resposta e dividem os especialistas. Há quem afirme, por exemplo, que levar o esgoto quatro quilômetros mar adentro (caso da Praia Grande) não é a melhor solução. Muita sujeira, dizem, volta para a praia. O ideal seria que todas essas questões fossem amplamente debatidas pelo governo com os moradores do litoral, ambientalistas e estudiosos do assunto, com o envolvimento da comunidade acadêmica e científica. Todos deveriam contribuir para se chegar a uma decisão mais acertada sobre o tema, mesmo que, no final, a solução seja a que está sendo buscada.
Como freqüentadora do litoral norte, tenho motivos para não me sentir segura. Em dezembro do ano passado, fiz dezenas de ligações para a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) para denunciar que condomínios, na praia das Toninhas, estavam despejando esgoto "in natura" no mar, fato que constatei pessoalmente. A resposta que obtive é a de que o esgoto que estava sendo despejado não era prejudicial à saúde, mesmo presenciando, todos os dias, a avalanche de dejetos fétidos lançada ao mar.
Após as inúmeras ligações, nenhum retorno. Percebi que precisava me fazer ouvir pelos órgãos competentes e apelei para a mídia. Somente então órgãos públicos começaram a se mexer, logo convocando para uma reunião na Cetesb. Mas nesta, o que vi foi apenas uma apresentação em defesa do próprio órgão e nada de muito concreto. Onde está o meu direito de participar das decisões que dizem respeito à minha realidade? Por que se teme tanto a democracia participativa quando se trata de discutir soluções em conjunto? Por fim, a Cetesb confirmou que enviou um técnico da companhia a um condomínio para vistoriar as instalações. O órgão informou que não foi constatado nenhum lançamento de esgoto sem tratamento no mar, mas não coletou amostra para exame laboratorial nem expediu autuações por se tratar de esgoto lançado ao mar com cloro, como atesta o relatório. A substância é proibida por lei nesses casos.
Em se tratando da construção dos emissários submarinos, pesam as mesmas dúvidas. É claro que todos querem que haja destinação adequada para 70% do esgoto do litoral norte que ainda não recebe qualquer tipo de tratamento. Mas será que um órgão que não tem interlocução com a população é capaz de administrar o impacto ambiental que a utilização desses emissários pode causar?
Mesmo não sendo especialista no assunto, é impossível não inferir que o local no mar onde for despejado todo o esgoto de Ilhabela, só para dar um exemplo, já que a cidade deverá receber um emissário a 800 metros da praia, não poderá sofrer desequilíbrio ecológico. Realmente, falta ao poder público vir até a população e dizer como pretende fazer o manejo correto do esgoto no mar. Afinal, não fará sentido a criação de nenhuma APA se o estado não for capaz de administrar o esgoto.
Natália Ribeiro do Valle é advogada, especialista em terras de Marinha, do escritório Ribeiro do Valle Associados
08/01/2009
03/01/2009
Maioria não acredita que Itamambuca e Itaguá sejam despoluídas nos próximos quatros anos
Pesquisa no nosso blog mostra que 80% dos participantes não acreditam que Itamambuca seja despoluída até as próximas eleições municipais. A descrença ainda é maior em relação à despoluição do Itaguá: 95% não creem numa mudança de cenário.Quanto ao que Ubatuba tem de melhor, 100% salientam a natureza. O que Ubatuba tem de pior? Vejam o que foi mais listado:
-Lixo
-Falta de saneamento
-Trânsito na temporada
-Falta de combate às ocupações irregulares
-Falta de coleta seletiva
-A Administração
-Temporada com mais gente do que a cidade comporta
-Falta de planejamento
-Esgoto jogado nos rios
-Poluição
-Praias poluídas
-Baixa escolaridade e políticos venais
-A política
-A incompetência das autoridades em lidar com as questões ambientais
-Falta de compromisso do poder público com os serviços essenciais, como saúde, transporte e saneamento
PS: Se você ainda não respondeu à nossa pesquisa, basta clicar aqui.
Poluição sem fim
Folha de S.Paulo
Cotidiano
São Paulo, sexta-feira, 02 de janeiro de 2009
Qualidade das praias
Itamambuca e Perequê-Mirim, em Ubatuba, estão impróprias
DA REDAÇÃO
As praias de Itamambuca e Perequê-Mirim, em Ubatuba (litoral norte de São Paulo) devem ser evitadas pelos banhistas, de acordo com o boletim semanal divulgado pela Cetesb (agência ambiental). Na semana anterior, essas praias apresentavam boas condições. Também foram mal avaliadas as praias de Pontal da Cruz e Preta, em São Sebastião -ambas também foram consideradas próprias para o banho de mar no último relatório. As demais praias do litoral paulista não tiveram alteração. No Guarujá, em Santos e na Praia Grande, alguns dos destinos mais procurados pelos turistas nesta época do ano, todas as praias estão próprias. Na Baixada Santista, destaque negativo somente para a cidade de São Vicente, onde as praias Milionários e Gonzaguinha devem ser evitadas.
Cetesb: www.cetesb.sp.gov.br
11/12/2008
Prefeitos eleitos do Litoral Norte discutem saneamento em reunião histórica
Prefeitos e representantes das quatro cidades do Litoral Norte reuniram-se com representantes do Estado, na terça-feira, dia 9, em Ubatuba, para discutir a questão do saneamento na região. O encontro foi considerado histórico pelos participantes.
O gerente do Departamento de Tecnologia de Águas Superficiais e Efluentes Líquidos da Cetesb, Eduardo Mazzolenis de Oliveira, apresentou o Projeto Ambiental Estratégico Praia Verde. “Nossa meta principal é reduzir a incidência de bandeiras vermelhas nas praias monitoradas pela Cetesb. Desta vez não será apenas o ‘Projeto Verão’, mas sim uma agenda permanente de trabalho para 2009, com metas estabelecidas. Será uma forma diferente de trabalho, durante todo o ano, com as prefeituras definindo as prioridades de cada município”, explicou. Segundo ele, os principais problemas que afetam a balneabilidade são a ocupação irregular e a insuficiência de infra-estrutura sanitária.
Também foi apresentada a proposta do “Selo Verde”, um certificado para hotéis, pousadas, colônias e campings que atendam as normas ambientais, a ser lançado neste verão. Entre as normas estão o uso racional de água e energia, a minimização dos resíduos sólidos, o tratamento de esgoto e a disposição final ambientalmente adequada.
O prefeito de Ubatuba, Eduardo Cesar, manifestou insatisfação com relação à forma como a Sabesp vem trabalhando na região e sugeriu um termo de ajustamento de conduta. “Estamos cansados de pedir e não sermos atendidos. O prazo do contrato da Sabesp em Ubatuba vai vencer e, se eles quiserem continuar na cidade, terão de atuar de outra forma”, disse.
O prefeito eleito de Ilhabela, Antonio Colucci, também criticou a empresa, que, segundo ele, só atende 5% da população com rede de esgoto. Ernani Primazzi, prefeito eleito de São Sebastião, pediu que o Estado fiscalize a Sabesp, que, na sua opinião, é uma das maiores poluidoras do município.
O encontro contou ainda com a presença do gerente regional da Cetesb, João Carlos Milanelli; do secretário executivo da Secretaria Estadual de Habitação, Silvio Figueiredo; da secretária executiva do CBH-LN, Lenina Mariano; do secretário de Arquitetura e Urbanismo de Ubatuba, Rafael Ricardi Irineu, entre outros. O deputado estadual e prefeito eleito de Caraguatatuba, Antonio Carlos, não pôde comparecer devido a um compromisso na Assembléia Legislativa, mas foi representado por Maria Inêz Fazzini.
02/12/2008
Sistema de lixo no litoral norte entra em colapso

Leiam crônica de mais uma morte anunciada, publicada na Folha de S.Paulo, desta segunda-feira, 30 de novembro, sobre o problema do lixo. Todos deveríamos nos inquietar com a questão, que acarretará mais impostos, por conta do transbordo, mais transtornos nas estradas (imaginem o lixo viajando pela Rio-Santos em plena temporada!), entre outros agravantes. A prática dos 5Rs (Recusar, reduzir, reutilizar, reciclar e repensar) é mais que urgente, com ou sem o apoio do Poder Público, que deveria investir em um programa efetivo de coleta seletiva.
22/11/2008
Opinião
MENTIRA NO HORÁRIO NOBRE
Enquanto as pessoas assistem aos últimos e eletrizantes capítulos da novelinha global, os intervalos comerciais invadem sua casa para alardear propaganda enganosa. Essa frase não é surpreendente em tempos de capitalismo voraz que lhe enfia guela abaixo mulheres lindas ao celular, bonitões no carrão, cremes de roupagem ecológica, entre outras parafernálias sem conteúdo. Tudo para fazer você comprar mais. O problema é que a última moda da propaganda enganosa vem do Governo do Estado: da Sabesp.
Desde o final do ano passado a Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, empresa pública que tem a concessão dos serviços de coleta, disposição e tratamento de águas e esgotos em alguns municípios do Estado (dentre eles, todos do Litoral), vem inserindo propagandas de 15 ou 30 segundos no horário nobre da TV Globo, entre outros canais. Como todos sabem, o horário nobre – considerado aquele mais caro para os comerciais da televisão -, é o que compreende o período entre o Jornal Nacional e a novela. Até aí, nada de mal. A não ser que a mensagem seja uma mentira.
Para quem ainda não viu, a propaganda consiste em algumas palavras escritas na areia da praia, do tipo “poluição” ou “esgoto”, que uma onda de águas claras vem e apaga, como qualquer palavra escrita sob a areia nessas condições.
Enquanto isso, um locutor garante que a empresa está investindo milhões no litoral, que é isso e aquilo. Ao final, a palavra “qualidade de vida” é escrita na areia, a onda vem e – incrível! -, não consegue apagar. Ela permanece. A moral da estória (sem “hi” mesmo) é que, graças aos esforços da Sabesp, essa tal qualidade está garantida para todos no litoral paulista.
Pura ilusão, infeliz enganação.
Como imaginar que uma empresa, instalada por força de um contrato mal redigido na época da ditadura militar (entre 1972 e 1974), que se obrigou a cuidar de 100% dos municípios (água e esgoto), passados mais de 30 anos, ainda não conseguiu cumprir nem a metade de suas responsabilidades assumidas? Isto porque, na melhor hipótese, as metas de fornecimento de água atingem 60% da população, na média (excluindo Ilhabela dessa conta).
Uma marca fantástica para a empresa, mas dramática para quem vive aqui. E para entender isso, basta dizer que para cada gota de água que entra na nossa casa, uma gota de esgoto tem que sair. Acontece que a média da cobertura de esgoto cai para 30% (exclua Ilhabela outra vez). Isso em sistemas de tratamento de péssima eficiência.
Quer isso dizer que a empresa está muito preocupada em lançar contas de água, até porque é mais barato instalar a rede de água e o retorno financeiro é bom. Já quanto ao esgoto… ah, esse deixa para depois! Afinal, dizem eles, esgoto no litoral é complicado, acidentes geográficos são barreiras naturais, há necessidade de altos investimentos para atingir metas de cobertura, e o mar é grande o bastante para esconder as mazelas das estações elevatórias que vivem a queimar bombas e esparramar cocô puro nas praias. Ou ainda para encobrir emissários submarinos ultrapassados que operam sem licença ambiental, como é o caso do Araçá, em São Sebastião. E igualmente espalham coliformes fecais para todos os lados.
Vale lembrar: Ilhabela não pode entrar nas contas, senão coloca os números numa situação muito mais trágica. É que lá os índices de cobertura de água baixam para menos de 20%, obrigando a população a buscar sistemas clandestinos de captação para suprir seus lares. E o esgoto despenca em assustadores 2% de tratamento. Em outras palavras, do total da produção de esgotos no arquipélago, apenas uma ínfima parte é tratada. São indicadores de uma mundialmente badalada localidade, que envergonhariam o mais inescrupuloso dirigente de um país paupérrimo. Só não envergonham os daqui.
Sem investimentos de verdade, já que todos os milionários valores alardeados nas propagandas da TV nem de longe tratam dos reais problemas do litoral, e sem uma política que enfrente a caótica situação de saúde pública, continuaremos a ver bandeiras vermelhas tremulando em nossas praias, saudando turistas que pagam caro por uma pousada, mas nadam na merda. Turistas no verão, moradores o ano inteiro.
Para a Sabesp, investir em saneamento pode ficar para depois. Agora o que interessa é gastar bastante no horário nobre.
Quem eles pensam que estão enganando?
Eduardo Hipolito do Rego, 43, é advogado, professor da FASS, Mestre em Direito Ambiental, representa o Litoral Norte no Conselho Estadual do Meio Ambiente e é Presidente do Grupo Setorial Litoral Norte do Gerenciamento Costeiro.
edu_h_rego@hotmail.com
17/11/2008
O Lixo que viaja pelas estradas do Litoral
O lixo que viaja pelas estradas do Litoral Norte é a notícia enviada pelo correspondente Ivan Quadros, que também pode ser lida no blog "Balaio do Kotscho" . Ele escreve:
Nos próximos dias, deverá ser ainda maior o trânsito daquelas carretas e suas enormes caçambas ao longo da rodovia dos Tamaios, levando lixo do Litoral Norte em direção ao Vale do Paraíba.
Ubatuba, a última das quatro cidades da região que ainda mantinha seu aterro no próprio município, recebeu cartão vermelho da Cetesb, que proibiu a continuidade das atividades do lixão da cidade e exigiu da administraão a implementação do famigerado transbordo de lixo para longe daqui.
As prefeituras do Litoral Norte adotaram nas últimas décadas a política de empurrar com a barriga esse problemão num dos mais valiosos santuários ecológicos que temos, uma réstia do que sobrou de Mata Atlântica.
Para espanto de muitos, talvez, o caro transbordo de lixo para aterros particulares em outros municípios já ocorre em São Sebastião, Ilhabela e Caraguatatuba, dinheiro que poderia estar sendo empregado em saúde, educação e diversão para a população.
Agora, segundo informam os jornais daqui, a Cetesb proclamou 15 de novembro, portanto às vésperas do início da temperada de verão, o prazo para Ubatuba também iniciar a “exportação do lixo”
Na verdade, outros prazos já foram dados, e Ubatuba sempre conseguiu dilatá-los, sem preparar a tempo a estrutura para o transbordo.
Diante da iminência de um colapso, não é absurdo pensar que as cenas recentes da cidade de Nápoles, na Itália, entupida de lixo, possam vir a acontecer em nossas calçadas e praias, não sei se já para a próxima alta temporada.Vamos aguardar os acontecimentos. Enquanto isso, cada um de nós que procure fazer a sua parte: produzir menos resíduos, em primeiro lugar; reciclar o que sobrar e construir em nossos quintais composteiras para absorver parte do lixo orgânico. É a prática da cidadania para com o próximo e para com o Planeta.O clamor dos acontecimentos leva as prefeituras a agir em conjunto, acelerando as discussões sobre a construção do novo aterro sanitário do Litoral Norte, segundo os especialistas no setor, em Caraguatatuba. Pelo que sei, até agora nada saiu do papel.Você que lê este blog, e que pretende passar as próximas férias no Litoral Norte de São Paulo, venha com o espírito preparado para manter a cidade limpa, porque nós próprios, moradores, não estamos dando conta do nosso lixo.
23/10/2008
Participe do Mutirão do Lixo Eletrônico

Dia 30 de outubro, quinta-feira, engaje-se na campanha de separação do lixo eletrônico, que ocorrerá em todo o Estado de São Paulo.
Separe e leve a um ponto de coleta voluntária o “e-lixo”: pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD´s, CD´s, rádios e outros equipamentos que deixaram de ter utilidade.
O lixo eletrônico contém metais pesados e deve ter destinação correta, para evitar a contaminação do solo, rios e reservatórios, com conseqüentes danos à saúde.
A coleta permitirá que grande parte desse lixo possa ser reutilizada em equipamentos novos ou reciclada.
Confira os pontos de coleta em Ubatuba:
Secretaria Municipal de Meio Ambiente - Rua Guarani, 465 - Centro
Centro de Informações Turísticas - Av Iperoig, 331 - Centro
Prefeitura Municipal – Av. Dona Maria Alves, 865 - Centro
Secretaria de Administração da Regional Norte - Rua da Praia do Puruba, s/n - Bairro do Puruba
Escola Municipal Agostinho Alves da Silva - Rodovia SP 55, Km 72,5 - Bairro Lagoinha
Agência Ambiental de Ubatuba - Apoio: CBH-LN - R. Cunhambebe, 521, Centro
Polícia Ambiental de Ubatuba – Rua Antonio Marques do Vale, 241 – Silop.
Para saber mais sobre e-lixo, entre no site da campanha: www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodolixoeletronico
17/09/2008
Minc anuncia ampliação da cobertura de tratamento de esgoto
O anúncio foi feito durante a comemoração dos 54 anos da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), dia 8 de setembro, no Rio de Janeiro.
"Hoje, o Brasil coleta e trata 35% do esgoto domiciliar, o que significa que 65% do esgoto vai in natura para os rios, mares e lagoas. O objetivo é, em 10 anos, passar de 35% para 70%", disse.
Minc adiantou que serão necessários investimentos de mais de R$ 12 bilhões por ano. Atualmente, segundo ele, contando investimentos federais, estaduais e privados, o investimento é de cerca de R$ 6 bilhões anuais em saneamento.
Minc destacou, ainda, que a principal causa da mortalidade infantil no Brasil é a falta de tratamento de esgoto. Para ele, é fundamental encarar o saneamento ambiental como prioridade estratégica do país, por isso, o plano terá o planejamento das ações dos próximos 10 anos.
Fonte: Agência Brasil
06/09/2008
Boa Notícia!
Imprensa Livre
Ubatuba e Ilhabela terão sistema alternativo de tratamento de esgoto
Luciane Teixeira
Litoral Norte
Nesta sexta-feira, o Comitê de Bacias Hidrográficas do Litoral Norte (CBH-LN), analisa projetos para implantação de sistemas modulares de tratamentos de esgoto em Ubatuba e Ilhabela. Neste caso, os projetos são vinculados a pelo menos três critérios estipulados pelo comitê: aplicar o projeto em áreas de APP (Área de Preservação Permanente), dar prioridade para áreas carentes, que não são atendidas pela Sabesp e obedecer a meta do Praia Verde – programa prioritário do Estado para acabar com as bandeiras vermelhas no litoral até 2010.
Os projetos atenderão parte de uma comunidade, que vive a beira do Rio Itamambuca, em Ubatuba e, no bairro da Bexiga, em Ilhabela.
06/08/2008
20/07/2008
Aspas
Fonte: Envolverde/Unicef
09/07/2008
Água, saneamento e saúde pública para todos
28/06/2008
Declaração Universal dos Direitos da Água
quando foi instituído o "Dia Mundial da Água"
1) A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

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